VC apresenta "John Wick 2 — Um Novo Dia Para Matar" (2017)


Cena e pôster de John Wick-Um Novo Dia Para Matar (créditos: Summit Entertainment).

John Wick 2: resumo do filme

John Wick - Um Novo Dia Para Matar (2017, direção de Chad Stahelski) é a sequência da história de John Wick: De Volta ao Jogo (2014). Nele, a adrenalina começa já na cena de abertura, com o ex-assassino John Wick (Keanu Reeves) perseguindo motoqueiros que sabem onde o seu Ford Mustang 1969 está guardado e, depois, tendo que lutar com os homens de Abram Tarasov (Peter Stomare) para recuperar o que lhe pertence. Num ato de paz, John Wick poupa a vida desse que é irmão e tio, respectivamente, dos falecidos Viggo e Iosef Tarasov.

Já em casa, depois de ter enterrado tudo que pertencia ao seu passado profissional, Wick recebe a visita de Santino D´ Antonio (Riccardo Scamarcio). O líder do crime italiano precisa dos serviços de John e cobra-lhe o pagamento de uma promissória. Como Wick se recusa a voltar a campo, D´Antonio explode a casa dele.

Depois de aconselhar-se com Winston (Ian McShane) e vendo-se obrigado a pagar a sua dívida com Santino, John Wick deixa seu novo cachorro aos cuidados do concierge do Continental, Charon (Lance Reddick), e parte para Roma com a finalidade de matar Gianna D´ Antonio (Claudia Gerini), irmã do vilão. 

Na italiana do filme, preste atenção como a combinação de três momentos da preparação de "Mr. Wick" para fazer o serviço encomendado foi orquestrada: numa cena, John visita o Sommelier do hotel Continental romano (interpretado por Peter Serafinowicz), que é um especialista em armas de fogo; na segunda, ele visita o dono de uma livraria, que possui os mapas e chaves dos subterrâneos dos antigos prédios romanos; e na terceira, um alfaiate, onde encomenda ternos (pretos, claro!) à prova de balas. A forma como essas cenas foram intercaladas é de se tirar o chapéu!

Ainda em Roma, depois de concluir a missão italiana, John se vê perseguido pelos capangas de Santino, liderados por Ares (Ruby Rose). Santino, por sinal, coloca um prêmio de US$ 7 milhões pela cabeça de Wick, sob o pretexto de ter que vingar a morte da irmã. 

John também precisar lutar com Cassian (Common), o guarda-costas de Gianna, que se sente culpado pela morte da chefe. Com tanta gente nos seus calcanhares, John conta com a ajuda do gerente do Continental, Julius (Franco Nero), para deixar a Itália. Em Nova York, no entanto, para conseguir se movimentar pela cidade, Wick pede ajuda ao Bowery King (o rei da Bowery), o líder do crime organizado no subterraneo da ilha, interpretado por Laurence Fishburne, parceiro de Reeves nos três primeiros filmes da franquia Matrix (1999-2003).

Bowery coloca John no mesmo espaço onde Santino está, mas este busca proteção no Continental Hotel. Quando o encontra, Wick é provocado e atira em D´Antonio no lugar onde ele nunca devia ter feito isso. Consequência: a Alta Cúpula determina a sua excomungação da irmandade do crime, o que significa a morte de Baba Yaga. Num ato final de amizade, Winston encontra-se com John no Bethesda Terrace, no Central Park, e lhe dá uma hora para fugir, antes dele executar a ordem da Alta Cúpula e abrir a conta para a sua morte.

Fran Mateus no interior da estação de metrô Place-des-Arts, presente em John Wick 2 (Foto: acervo pessoal).

John Wick 2: Locação em destaque

Rue Sainte-Catherine, em Montreal

Nesta famosa rua comercial, localizada no centro da cidade canadense de Montreal, foram feitas algumas cenas importantes deste filme. A primeira é a sequência em que John Wick persegue os motoqueiros que trabalham para Abram Tarasov. A cena foi rodada na esquina da Rue Sainte-Catharine (nº 1171, endereço de uma loja da Victoria´s Secret) com a Rue Stanley. Em teoria, esta cena estaria acontecendo na 5ª Avenida, de Nova York. 

A rua Sainte-Catherine também é o endereço da praça e da estação de metrô Place-des-Arts (foto acima). Ambos aparecem nas cenas em que John Wick retorna para Nova York e começa a ser perseguido tanto por Cassian como pelos criminosos locais que estão doidos para colocar as mãos nos US$ 7 milhões oferecidos por Santino.

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